10 cidades mais caras para viajar ou para estrangeiros morarem

Como todo bom mochileiro deve saber, diversos fatores devem ser considerados antes de embarcar em uma “viagem dos sonhos”. Sem sombra de dúvida, um dos mais relevantes diz respeito aos gastos necessários para sobreviver em terras estrangeiras – algo relevante em tempos de dólar nas alturas. De fato, conforme dados da consultora internacional Mercer, mesmo uma refeição simples pode representar uma bela “mordida” em algumas cidades.

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Segundo o ranking 2016 liberado pela companhia, Hong Kong aparece como a cidade com o maior custo de vida para expatriados (estrangeiros vivendo em certo país). Na antiga colônia britânica – hoje pertencente à China –, uma xícara de café custa em média US$ 8 (R$ 26), enquanto que um par de calças jeans populares dificilmente sai por menos de US$ 128 (R$ 417). Outras duas cidades chinesas também aparecem entre as dez primeiras posições: Xangai e Pequim – em sétimo e décimo lugar, respectivamente.

Sem grandes surpresas, Zurique e Genebra, na Suíça, também podem ser encontradas na lista. Também Luanda, na Angola, que ficou na segunda posição, e Kinshasa, na República Democrática do Congo. Já na América do Sul, o primeiro país a figurar no rol, a Argentina, aparece apenas na 41° posição – reflexo do enfraquecimento das moedas locais frente ao dólar.

Para a composição da lista, a Mercer considerou gastos com refeições em restaurantes, transporte, roupas, aparelhos eletrônicos e itens de higiene pessoal. Ademais, todos os custos foram convertidos para o dólar.

1. Hong Kong (China)

De acordo com a Mercer, Hong Kong é a cidade mais cara para se viajar atualmente – tendo ocupado o lugar de Luanda, como consequência do enfraquecimento da moeda angolana. Entre os pontos de interesse da cidade aparecem o Mosteiro de Po Lin (imagem), o Ocean Park e o Ngong Ping 360.

2. Luanda (Angola)

Apesar de ter perdido o posto de cidade mais cara para viajar, Luanda permanece com o maior custo de vida para um expatriado na África. Entre os principais pontos turísticos da cidade aparecem a Fortaleza de São Miguel de Luanda (imagem), o Museu Nacional da Escravatura e a Sé Catedral de Luanda.

3. Zurique (Suíça)

Zurique permanece com o custo de vida mais alto para um expatriado na Europa. Entre os pontos de interesse, há o Lago de Zurique (imagem), o Museu Nacional Suiço e a Catedral de Grossmünster.

4. Cingapura (cidade-estado da Ásia)

A despeito da mobilidade geral na lista da Mercer, Cingapura conservou sua posição desde a última listagem. Entre os principais pontos turísticos da cidade-estado asiática encontram-se sua área central, as ilhas de Pulau Ubin (imagem) e Pulau Ujong e a cidade de Jurong.

5. Tóquio (Japão)

Tóquio aparece em quinto lugar, tendo ganhado seis posições em relação à lista divulgada em 2015. “O fortalecimento do iene fez as cidades japonesas subirem no ranking”, disse um dos pesquisadores em publicação oficial da Mercer. Entre os pontos de maior interesse da capital, aparecem o Santuário Meiji, o Mercado de Peixes Tsukiji e o Templo Senso-ji.

6. Kinshasa (República Democrática do Congo)

Kinshasa, na República Democrática do Congo, aparece pela primeira vez entre as dez primeiras posições da lista da Mercer – no ano passado a cidade ficou em 13°. Entre os pontos turísticos, há o santuário de bonobos Lola Ya Bonobo (imagem), o Lago Malebo e a reserva florestal Petites Chutes de la Lukaya.

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7. Xangai (China)

Uma das três cidades chinesas a figurar entre as mais caras do mundo, Xangai possui forte apelo turístico. Há o jardim Yu, os 468 metros de altura da Torre Pérola Oriental e o mercado de Xintiandi.

8. Genebra (Suíça)

Três posições abaixo da sua colocação no ano passado, Genebra, na Suíça, aparece agora na oitava posição. A cidade é conhecida pela sua catedral, pelo Palácio das Nações (Sede Europeia das Nações Unidas, na imagem acima) e pelo Muro dos Reformadores.

9. N’Djamena (Chade)

Ganhando uma posição em relação ao ranking 2015, N’Djamena é a terceira cidade africana a figurar entre as dez mais caras do mundo para viajar. Localizada às margens do rio Chari, a capital do Chade traz como pontos de visitação o seu Museu Nacional, o Mercado Central e a Catedral de N’Djamena.

10. Pequim (China)

Capital da República Popular da China e uma das metrópoles mais populosas do mundo, Pequim assumiu a décima colocação na lista de 2016 da Mercer. A cidade oferece aos visitantes a Cidade Proibida (antigo palácio imperial), a emblemática Muralha da China e o Templo do Céu.